sexta-feira, março 23, 2007

Raspando o meu perímetro, ferindo-me os sons e a resistência, crispação férrea, não fenece a repercussão cíclica da tua garra. Meus pensamentos são interjeições arremessadas contra a fundura dos murmúrios, chão abissal. Como uma fera castrada, a maniota vergando-lhe o impulso irado, és a chama extinguindo-se no amplexo funéreo dos meus planos de pessoa. Sim, és o pneumococo ardendo consoante expiro.

Desenraízado da cidadela, polarizei, sem polimatia que não com a pretensão, líbido dos conceitos perdendo a carga. Mais que a massa, pesa-me a terra desertando os meus confins, espalhando-se sob a poalha característica do dia de abatimento. A silhueta do tronco é o substantivo cuja etimologia é incerta, solilóquio nas acústicas hécticas pelas quais recordam e pintalgam os zumbidos algum soçobro inquieto.

És a cruzada constante e o círculo, e eu as centelhas de bruxa que falhou a mágica de flanquear, descabelado sem fruto. Oh, ábditos músculos doendo pela floresta, seus tantos verdes tão verdes, tão externos... tão intrinsecamente externos, tão mais externos que eu...

............. frrrrt frrrrrrrrrrt (A noção disso arranhando, silvedos.)